quinta-feira, 26 de março de 2015

Cai quem não deveria ter subido, que o Grêmio Anápolis seja o próximo.

O time do Caldas Novas, mesmo com patrocínio do Grupo Lagoa Quente, da Prefeitura e dinheiro da TV, está dando cano de 2 meses de salário dos jogadores.

Os dirigentes também estão devendo para fornecedores.

No ano passado fizeram o mesmo na 2ª divisão. Foram processados pelo sindicato dos atletas e devem mais de 300 mil reais do ano passado.

Nesta quarta-feira, depois de perder por 2 a 0 para o Goianésia, o rebaixamento foi confirmado.

Bem feito.

Que essa estreia do Caldas Novas na primeira divisão tenha sido uma despedida.

Grêmio Anápolis

Falta mais um time a ser rebaixado.

Acredito que para o bem do futebol goiano esse tem que ser o Grêmio Anápolis.

Diferente do Caldas Novas, lá no Grêmio os compromissos são honrados.

Mas o time não tem objetivos e muito menos torcida.

Um time que leva 42 pagantes no estádio não merece disputar a primeira divisão.

Depõe contra o campeonato.


quinta-feira, 19 de março de 2015

Governo assina MP que pode mudar o futebol brasileiro

Ex-jogador Cafu cumprimenta a presidenta
Em 2015 a presidenta Dilma Rousseff está tomando de goleada pelas suas medidas no tal "ajuste fiscal".

Mas nesta quinta-feira ela fez um golaço.

Ela não cedeu às pressões da CBF, dirigentes e bancada da bola. Cumpriu o prometido e atendeu as sugestões do movimento Bom Senso FC.

Dilma Rousseff assinou a medida provisória que flexibilizará a negociação das dívidas de clubes com a União, que somam mais de R$ 4 bilhões. As dívidas serão parceladas em 120 ou 240 meses com o reajuste pela Selic. Nos três primeiros anos, o pagamento será de 2% a 6% das receitas dos clubes.

Uma "moleza" que exigirá apenas que os clubes tenham adequar despesa e receita.

O dirigentes terão que pagar em dia os salários de profissionais (incluindo direito de imagem).

A medida trará efeitos à curto e longo prazo.

À curto prazo os times que renegociarem as dívidas terão as certidões para organizarem as suas receitas.

E futuramente, se seguirem as regras, terão suas gestões saneadas.

Essas são as principais contrapartidas exigidas:

1 – Os clubes terão de apresentar auditorias regulares

2 – Os clubes terão de pagar em dia suas obrigações contratuais, trabalhistas e previdenciárias

3 - Os clubes só poderão gastar no máximo 70% da receita bruta com o futebol profissional

4 – Os clubes se comprometem a aumentar investimento nas categorias de base e futebol feminino

5 – Não será possível realizar antecipação de receitas para mandatos posteriores

6 – Os clubes terão de adotar de programa progressivo de redução de déficit para serem zerados em 2021

7 - Respeitar todas regras de transparência previstas na Lei Pelé

Tudo ainda será regulamentado. Já passa a valer a partir desta desta sexta-feita. Depois, vai passar pela Câmara e Senado para a aprovação final.

Que a bancada da bola não arrume alguma "gambiarra".

quinta-feira, 5 de março de 2015

Treinador é demitido por ser enjoado demais

Ninguém aguenta gente enjoada e mal educada.

Enderson Moreira passou dos limites no Santos e acabou demitido. Tratava muito mal os jogadores da casa e vivia cobrando reforços.

Insistia para que contratassem Walter enquanto não dava chance para Gabigol. Ficou explícito que ele "preparava o terreno" para o atacante gordinho do Fluminense.

Vários pratas da casa do Santos foram humilhados pelo treinador. O último foi o zagueiro Gustavo Henrique no treinamento da manhã desta quinta-feira.

Segundo a Folha de São Paulo, Robinho passou uma mensagem para o presidente relatando o ocorrido e avisando que não dava mais,

Modesto Roma de imediato foi para o CT para conversar com o técnico não "baixou a bola" e a discussão culminou na sua saída.

A demissão foi comemorada pelos jogadores.

Neste momento Enderson pode estar arrependido. Perdeu um bom emprego em um grande time. E depois desse episódio, dificilmente deve ter outra oportunidade como essa.

Ninguém perde em ser bom, respeitoso e humilde. Que Enderson tenha aprendido a lição.

É como diz essa frase que encontrei na internet: "Ser humilde com os superiores é uma obrigação, com os colegas uma cortesia e com os inferiores uma nobreza."



terça-feira, 3 de março de 2015

Técnico do Goiás critica pratas da casa.

O técnico Wagner Lopes "soltou os cachorros".

Disse que os pratas da casa estão mostrando que não tem condições.

Rodrigo fez o gol que salvou o Goiás da derrota para o Trindade no primeiro turno. Naquele 2 a 2 na estreia.

Felipe Saturnino fez o gol de empate contra o Trindade no segundo turno.

Foi um garoto que abriu o placar ontem contra o Crac.

Reclamou até do Erik que foi o responsável pela vitória contra o Atlético.

Se tirarmos esses pontos onde o Goiás fica?

É muito fácil descarregar no lado mais fraco.

E o goleiro Renan que falhou no primeiro gol do Crac?

E os reforços do Harlei, respaldados pelo treinador?

E a falta de criatividade da diretoria para buscar recursos e trazer reforços de peso?

Se aquela falta do Crac não tivesse entrado e terminado 2 a 1 para o Goiás ele falaria daquela forma?

O treinador precisa é trabalhar. Jogou na segunda, fez hidroginástica na terça, folga na quarta e só volta a treinar na quinta.






quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Estatuto não permite ao Vila jogar de preto


A diretoria do Vila Nova quer jogar de preto.

A ação de marketing é voltar a usar vermelho depois que o Vila voltar para a primeira divisão.

Mas...

Está no Regulamento Geral das Competições organizadas pela FGF:

"Obrigam-se as associações, a utilizarem uniformes nas cores predominantes estabelecidos em seus respectivos estatutos".  (Artigo 28)

No Estatuto Oficial do Vila Nova não fala nada de jogar de preto. Só se fala em vermelho e branco.

Art. 147

e)- As Cores: O uniforme principal do VFC terá como padrão camisetas vermelhas, compostas
ainda do escudo do clube em recortes brancos e do número respectivo em branco, calções
brancos e meiões vermelhos. Poderão, ainda, as equipes do VFC, usar uniformes
alternativos, para camisetas, calções e meiões, conservando o escudo do VFC, podendo
ser diversificadas as disposições de cores. Idênticas cores serão usadas nos agasalhos,
toalhas, malas, maletas e outros acessórios.


Diversificar a disposição de cores não é o mesmo que diversificar as cores.

O Vila consultou a Federação. Não há veto. Há a recomendação de que não é permitido.

Vale lembrar que o timq não poderia ter usado a cor laranja entre 2008 e 2009. A última vez que utilizaram essa camisa foi quando o Vila perdeu de 6 a 1 para o Goiás.

E tem mais.

Diante da polêmica o Vila decidiu não usar preto pelo menos na estreia, sábado, contra o Novo Horizonte, em Ipameri.

Mas já não poderia utilizar mesmo.

O uniforme nº 1 do Novo Horizonte é predominantemente da cor preta. Segundo o regulamento se houver coincidência nas cores é o visitante que troca o uniforme.

Minha opinião é de que o Vila use a camisa da cor que quiser. Sou contra a proibição. Ao mesmo tempo sou contra que qualquer time do mundo jogue com camisas com cores que não sejam as suas de origem.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Mais um capítulo da novela Walter-Goiás


Walter quer sair do Fluminense.

Lá, com Fred, ele não vê esperanças de jogar.

Enderson Moreira o queria no Santos. Mas o treinador não conseguiu convencer a diretoria.

Ele quer sair mas como não é bobo não quer ganhar menos do que ganha lá.

Os problemas com a balança e o alto salário o colocam numa situação difícil no mercado.

Waltinho então ligou e pediu emprego no Goiás.

O Fluminense topa pagar 100 dos 240 mil reais de salários. O Goiás consegue pagar até 100 mil.

Para completar uma parte o time esmeraldino precisaria de um parceiro.

Pensaram na rede de lanchonetes Burger King para entrar com 40 mil.

Parecia uma sacada interessante.

Mas a empresa não quis. Alegou que não havia recursos  disponíveis e que o orçamento do Marketing havia sido fechado em outubro.

Não acredito nessa versão. Parte do salário do Walter ou o salário inteiro não seria problema para uma empresa desse porte.

Associar a marca a um atleta que não se cuida é que pode ser arriscado.

Um garoto propaganda é a imagem de uma empresa.

Fora os outros riscos de se investir em jogador. Pode machucar, jogar mal, brigar e etc.

Não é tão simples, a ideia pode parecer boa, empresa grande tem dinheiro mas não sai gastando sem medir prós e contras.

O Goiás não desistiu.

Vai continuar tentando.

É prudente que primeiro tenham a liberação do Porto.

O time português é o dono dos direitos do jogador.

Nada adiantará acertar com o Burger King, a Coca-cola e as rosquinhas Mabel se o Porto não liberar.


domingo, 8 de fevereiro de 2015

Domingo de clássico no Goianão

Neste domingo tem Goiás x Atlético.

Um grande clássico. Rivalidade e tradição. Principalmente nos últimos anos.

Eu não sabia, mas vi no "Wikipédia" que é o clássico do equilíbrio.

Será?

Faz sentido, o que dá de empate nesses confrontos não tá no gibi.

Sigo o que dizia o saudoso amigo Washington Luiz. "Todo jogo tem favorito, até em par ou ímpar".

Pelo que vi nos dois primeiros jogos acredito que o Goiás chega melhor e é favorito.

O Atlético tem no goleiro Márcio a sua referência. Não fosse ele, certamente, o Dragão não teria 4 pontos.

O Goiás, embora esteja longe do ideal, tem mais jogadores em condições de decidir. Além da segurança do goleiro Renan, tem David como referência no meio campo e o Erik no ataque.

Segue agora um texto que o amigo atleticano Paulo Maskote me mandou.

Com uma pitada de provocação ele dá a sua opinião e fala das suas expectativas.

Achei interessante ele lembrar dos dados das conquistas do Atlético em todas as décadas de futebol goiano.

Não concordo, mas entendo o lado de torcedor, nas colocações sobre o Goiás.

Quem tiver textos interessantes pode me mandar no andreisac10@gmail.com.

Que seja um grande clássico, com um bom público, gols e paz nas arquibancadas.

Que vença o melhor.

Ou empatem se merecerem.

Dragão: o primeiro e o último campeão goiano. O que move essa paixão?

Lá vem mais uma temporada. Superado o baque de não ter alcançado o acesso à Série A no ano passado, o torcedor atleticano já se enche de esperança de um ano promissor, com títulos e acesso. Nesse ano, nosso time tem tudo para reafirmar a máxima de que temos passado, presente e... muito futuro! Afinal, somos o único time goiano que pode se orgulhar de ter um passado incomparável. Fomos o primeiro campeão goiano, em 1944, e também, o mais recente, com o título de 2014. São 70 anos separando o primeiro do último título. Nenhum outro time goiano tem isso. A esse passado de glórias soma-se ainda as três vezes em que fomos campeões goianos invictos (1944,1955,1957). Isso é ser um time tradicional! Já um certo time verde, cheio de arrogância, foi figurante por décadas e décadas no futebol, e só deixou se ser coadjuvante, começou a ter torcida, a partir da década de 1970, em situações de bastidores não muito bem explicadas. O Atlético não. Contra tudo e contra todos, é um time de origem popular, que desde a sua fundação tem estádio, torcida, e ganhou títulos em todas as décadas, por isso é, sem dúvida, o mais tradicional de Goiás e promete para esse ano de 2015 o bi campeonato goiano, o que será o segundo em sua história.

Mas de onde vem essa esperança que se renova? O que alimenta essa paixão atleticana?

Cada um tem suas histórias, momentos marcantes, instantes rememorados que nos fazem renovar as baterias da paixão. Nem sempre o momento que nos marca de maneira mais intensa pode ser medido pela “graduação” do título conquistado, mas sim pela emoção de um jogo, a vitória sobre o rival da própria cidade, ou o heroísmo de jogadores que ali se tornam ídolos.

Os flamenguistas celebram menos o campeonato brasileiro de 2009 do que o gol feito por Petkovict em cima do Vasco em 2001, na final do que deveria ser somente... mais uma conquista de campeonato regional. Da mesma maneira, muitos vascaínos se emocionaram mais com o gol da conquista do carioca de 1988, do jogador Cocada, na final contra o Flamengo, do que com a final da Libertadores de 1998 contra o Barcelona do Equador. Não há jogo mais eternizado e celebrado pelos corintianos do que o jogo contra a Ponte Preta em 1977, que valeu o título de campeão paulista e encerrou um jejum de 23 anos sem títulos. Para os gremistas, foi a “Batalha dos Aflitos”, um jogo de Série B, em que os tricolores garantiram heroicamente o acesso à série A contra o Náutico.

Para os atleticanos, há quem diga que não houve jogo mais emocionante do que o do título goiano de 1970, contra o Vila Nova, no Estádio Olímpico, com as atuações impecáveis do goleiro Pedro Bala e do meia Zé Geraldo. Para os bem mais antigos, pode ter ficado na memória o ano de 1944, com primeiro título em cima do Goiânia, invicto, e ainda uma goleada de 11 x 0 sobre Vila Nova. Outros podem rememorar os títulos de 1985 e 1988, os gols de Bill, o artilheiro do Brasil, e as belas atuações de Júlio César, o Imperador, e Valdeir o “The Flash”. E ainda, sem dúvida, aqueles que viram, jamais se esquecerão da goleada de 6 a 0 sobre o Goiás no ano de 1954.
Para os mais jovens, aos quais me incluo, ficam na memória dois momentos históricos: o golaço de Anaílson, que garantiu o título em 2007 contra o Goiás e o consequente fim de um jejum de 18 anos sem ganhar o campeonato goiano, e ainda o título de 2014, com direito a um roteiro completo de emoções: defesa de pênalti do goleirão Márcio, gol equivocadamente anulado (o velho e conhecido apito verde) do incansável Juninho e a testada final para o gol, do nosso zagueirão Lino, aos 48 min. do segundo tempo, calando o grito de “ tri-campeão” dos esmeraldinos.

Porém, o que forma um torcedor não são só títulos e vitórias, o atleticano é talhado também na dor e na angústia, e, acima de tudo, na superação. A memória do torcedor rubro negro é também marcada por jogos que muitas vezes valem somente a fuga do inferno. Assim foi o jogo final contra o Guaratinguetá pela Série B em 2013, em que escapamos do rebaixamento com gol dramático de Juninho aos 43 min do segundo tempo. Nessa tarde não foi o time que foi apaixonante, mas sim a torcida. Foi um dia para se lembrar da massa atleticana, quase 20 mil presentes e 17 mil pagantes, cantando sem parar e relembrando os áureos tempos, da década de 1940 até início dos anos 1970, em que nossa torcida foi a maior do Estado.

Nesse dia, a emoção era registrada nas lágrimas de pais e filhos, e ao lado daquele que me inspirou a torcer pelo Atlético, meu pai, me senti parte de algo maior, integrado com uma tradição, com o time mais glorioso dessa cidade, ligado umbilicalmente e para sempre com a família rubro negra.
Vem aí 2015, mais emoções vêm para embalar nossos corações, e sem dúvida a torcida rubro negra continuará honrando as nossas tradições.

Paulo Winícius Maskote
Historiador, Professor e Mestre em História pela UFG.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Serra Dourada pode virar Secretaria da Educação


O esporte está sendo colocado de lado em Goiás.

Primeiro foi extinta a Agel, a agência que organizava a pasta.

O esporte agora está vinculado a secretaria de educação.

A secretária é Raquel Teixeira, 100% identificada educação e 0% com o esporte.

O Estádio Serra Dourada, o Autódromo e o Centro de Excelência ficam aos cuidados da Agetop. Que pelo menos é comandada por um esportista, o ex-piloto Jayme Rincón.

E eis que a secretária de Educação, Esporte e Cultura, Raquel Teixeira, em entrevista na Vinha FM, sugere que a sede da pasta seja transferida ao Estádio Serra Dourada.

A nobre secretária não tem noção do tanto que essa é uma ideia ruim.

Não vai dar certo.

Praça esportiva é lugar para esporte.

Nos dias de jogos um estádio deve ser desocupado no mínimo 3 horas antes. A secretaria irá alterar o horário de expediente por causa do futebol?

E esse é só um exemplo para mostrar que a rotina de um estádio de futebol não permite isso.

E quando a Seleção vier em Goiânia e solicitar o estádio uns três dias antes como já aconteceu várias vezes?

E a tão sonhada reforma? A prometida revitalização poderá ser feita com mais de mil funcionários da secretaria lá dentro?

Fico imaginando a Secretaria de Educação de Minas dentro do Mineirão, a do Rio funcionando no Maracanã a de Brasília no Mané Garrincha...

Cada uma que me aparece.