segunda-feira, 22 de junho de 2015

A verdade sobre o afastamento de Erik

O maior problema do Erik no Goiás foi o ambiente com o grupo.

Problemas de convivência e reclamações de corpo mole em alguns jogos agravaram a situação.

Erik mostrava alterações de comportamento. Depois de se destacar no ano passado e ter o salário multiplicado, o jogador passou se descontrolar também financeiramente.

A situação piorou quando os outros jogadores o acusaram internamente de ter simulado contusão e não ter viajado à Tucuruí/PR para jogar contra o Independente pela Copa do Brasil.

Quando ficou fora do jogo do Sport, Erik esperou o Goiás perder para colocar indireta na internet. O grupo sentiu como se ele estivesse "comemorando".

Hélio comprou a briga pelo grupo. A diretoria respaldou a decisão no início mas recuou na semana passada. O presidente Sérgio Rassi sugeriu que Hélio dos Anjos lhe desse uma nova oportunidade.

Não foi atendido, é claro, seria a desmoralização completa.

Erik será vendido em Agosto por um preço muito menor do que se imaginava.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Atlético-GO: Rendas de Goiânia somadas ainda não superaram a de Brasília.

O Atlético/GO fez 12 jogos no Serra Dourada e um em Brasília como mandante.

A renda bruta, e até a líquida, no estádio Mané Garrincha supera a renda bruta a dos 12 jogos de Goiânia somados.

Renda bruta, Serra Dourada:
Goianão (7 jogos): R$ 116.790,00
Copa do Brasil (2 jogos): R$ 21.105,00
Série B (3 jogos em Goiânia):
Atlético x Boa: R$ 11.238,00
Atlético x Luverdense: R$ 6.565,00
Atlético x Náutico: R$ 22.640,00

Total: R$ 178.338,00

Atlético x Botafogo, no estádio Mané Garrincha:
Renda bruta: R$ 371.439,00
Renda líquida: R$ 272.320,61

No jogo do Náutico o preço foi 40 reais, 20 com promoção e não 10 reais como nos outros jogos em Goiânia.

O que foi arrecadado em Goiânia não paga nem o salário do goleiro Márcio.

Dá para concluir, que se anteriormente o preço fosse 20 a arrecadação teria sido muito melhor.

O ex-presidente Valdivino de Oliveira tinha razão. Nem sempre uma promoção significa aumento de arrecadação.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Torcedor opina: Respeite o Estádio Antônio Accioly e suas cores!

Respeite o Estádio Antônio Accioly e suas cores!

Por Mailcon Emílio, torcedor do Atlético Clube Goianiense.

          Sempre me perguntam se sou de Campinas quando descobrem que sou atleticano. Na verdade, quando dei conta que era atleticano, morava nas vizinhanças, passando por Vila Operária, Vila Santa Helena, Setor Centro-Oeste, Fama e Marechal Rondon, não bem nessa ordem pois já faz um tempo e nem lembro a sequência. Eu tinha uns doze anos e passar por tantos bairros fazia parte da peregrinação de quem morava de aluguel. Engraçado, que os domingos tinham certas rotinas e uma delas era acordar para ir a Matriz de Campinas, assistir a missa das crianças e depois a catequese no Colégio Santa Clara ou Centro de Catequese no fundo da Igreja, uma obrigação dada pela minha mãe, católica fervorosa.

          Após a catequização, a rotina começou a mudar e após a missa dominical, surgia uma nova doutrina, aquela que bom campineiro passa de pai pra filho, de tio pra sobrinho, de avó pra neto, ir aos jogos matinais do Atlético. O melhor que meu pai nunca falou que eu tinha que torcer pro time, nunca me deu uma camisa, só levava aos jogos para sua companhia. No trajeto, íamos a pé, era perto, percebia pessoas saindo de suas casas de camisas rubro-negras, estampando Madeireira Lisboa, outras subindo ruas do Setor dos Funcionários, caminhando na mesma direção, Estádio Antônio Accioly.  Eu nem entendia muito bem porém depois de alguns jogos descobri quem era o ponta esquerda, William, habilidoso, ficava driblando até que os adversários caíssem no chão, sob gargalhadas dos torcedores, eu era mais um. Logo, aprendi também que o bom era chegar cedo, procurar um lugar na arquibancada coberta, pois caso chegasse tarde era encostar no alambrado e ficar escutando os torcedores atazanando a paciência dos adversários e dos bandeirinhas, as gargalhadas se repetiam. Parecia que todo mundo se conhecia, meu pai mostrava ex-jogadores que também compareciam como torcedores, como Dadi, Pedro Bala, Waltair e tanto outros e contava histórias sobre eles e das suas jogadas. E lá se aprendia de tudo, palavrões encorpados, chamar o picolezeiro no assobio, esperar pra comprar ingresso na fila, mais uma fila pra entrar pois só tinha quatro catracas e depois dos jogos a gritar o famoso “tá cedo”. Se o jogo fosse importante o Atlético entrava debaixo de um ensurdecedor foguetório, dois a três minutos enfumaçados, torcedores chegavam com bandeiras rubro-negras, não eram faixas, não precisava declarar o amor ao time em faixas, talvez a demonstração do amor estava no tamanho das bandeiras, numa competição pra ver quem tinha a mais bonita e a flamulava melhor.

          Infelizmente, na minha opinião, o Atlético vem errando estrategicamente. Entrou na cabeça dos atuais dirigentes que melhor solução é arrendar o Antônio Accioly, esquecendo suas histórias e a identidade com a região de Campinas, e construir um novo shopping e boom! Teríamos solução para todos os problemas do clube. Pra que estádio Antônio Accioly se já tem Serra Dourada e logo vai ter o Olímpico moderno e com certeza caro! Agora eu pergunto, qual o melhor lugar do mundo!? Qualquer pesquisa simples vai apontar vários lugares mas se colocassem como uma das alternativas: a sua casa, essa vai ganhar! Todo mundo quer uma casa, é lá que nos sentimos bem, se tiver conforto, melhor ainda, se for bonita, melhor ainda, e se for grande, melhor ainda. Mas mesmo que não seja tão confortável, de aluguel e caindo aos pedaços, pessoas ainda responderam que o melhor lugar do mundo é a sua casa. Poxa, será que esses caras não percebem que num estádio nosso o torcedor se sentiria em casa? Se sentiria mais seguro? Se sentiria entre pessoas da mesma família? E se no Accioly tivesse pula-pula para as crianças, pulando junto com o mascote do Atlético. Um barzinho organizado com variedades e com preço de mercado onde o torcedor pudesse chegar antes do jogo e confraternizar com as pessoas da sua família, do Facebook, da vizinhança, do trabalho. E se lá tivesse um Museu, estátuas de jogadores, com fotos importantes dos campeonatos passados, de Campinas, camisas antigas, passando vídeos de gols pra relembrar momentos históricos. Um cinema, pois tem mulher que não gosta de futebol e então poderia assistir um filme junto com outras que não gostam, durante o jogo, mas estaria ali perto do marido enquanto ele torce na arquibancada. Começo a pensar e me vem milhares de alternativas menos a do shopping que em Goiânia tem mais que lan house e pit-dog! Eles preferem vender a ideia que estão prontos a desfazer do estádio, nem pensam que desvalorizam o seu próprio patrimônio.

          Esquecem que o prazer do futebol não está somente, no esporte, no jogo e no time, mas na certeza da boa convivência entre pessoas e compartilhamento da mesma emoção, aquela alegria de torcer para mesmo clube, da mesma origem e da mesma história.                    


sábado, 30 de maio de 2015

Sobre a nota de repúdio do Goiás contra a Caixa

O Dr. Sérgio Rassi, presidente do Goiás, não agiu bem ao divulgar uma nota de repúdio contra a Caixa Econômica Federal. Não ajuda em nada. Não é assim que se trata um cliente que lha dá uma resposta negativa. O "não" de hoje pode ser um "sim" amanhã. Essa posição de revolta não é uma atitude profissional.

O presidente alega que já estava tudo acertado. Acredito que estava mesmo. Porém a direção da empresa agora é outra, saiu Jorge Hereda e entrou Miriam Belchior, com orientação do Ministério da Fazenda de reduzir gastos.

Mudança de planos acontecem em qualquer empresa. Já aconteceu até com o Goiás.

Em 2012 o time fechou um patrocínio com a fábrica de tintas Luztol e de uma hora para outra mudou os planos para colocar uma empresa da família Rassi na camisa.

Em relação à Caixa não foi só o Goiás que ficou sem patrocínio. Atlético-MG, Bahia, Cruzeiro e outros também tinham acertos caminhados e ficaram de fora. O Paraná saiu por falta de certidões, ASA/AL e América/RN perderam o patrocínio por estarem na Série C.

Para 2016 decidiram que patrocinarão apenas times da Série A. A idéia é de fazer contratos anuais apenas com times que disputem a Libertadores. Ou seja, o banco não descarta negociações futuras.

E o Goiás, depois desse chilique, com que "cara" poderia voltar a negociar?

O presidente também reclama "merecimento" por ter pago dívidas e ter conseguido certidões. Pagar dívidas é obrigação. Marketing é outra história.

Por outro lado sou contra a Caixa Econômica investir no futebol profissional. Mesmo que esteja obedecendo critérios técnicos e disputando o mercado com empresas privadas, quando se envolve paixão e dinheiro público isso dá margem à interpretações apaixonadas. Geralmente o torcedor não entende, ou não quer entender, os motivos que levam um time a ganhar 30 milhões como o Corinthians e o CRB que ganha 500 mil. Cada um tem seu merecimento e sua negociação, mas isso não é compreendido por todos.

Entendo que esses patrocínios trazem mais repercusão negativa do que positiva.

A Caixa poderia investir de maneiras diferentes esse dinheiro. Como por exemplo subsidiando preços de ingressos

E voltando ao Goiás. Não quero acreditar que o time estava contando com a Caixa e não estava procurando outras empresas.

O que precisa é correr atrás, ter um plano de Marketing e apresentar para as empresas. Muitos outros "nãos" virão, porém em algum momento virá o "sim". O time tem um bom potencial de divulgação para qualquer marca. E é bom lembrar que o merecimento de um patrocínio é proporcional ao investimento.

Nota oficial emitia pelo presidente Sérgio Rassi:

Estou perplexo com informação recebida e confirmada pela diretoria da Caixa que estamos "fora" do rol de times a serem patrocinados pela mesma em 2015!

Muito claro e certo na minha memória, quando há cerca de 2 anos, na gestão do Dr. Joao Bosco, lá fomos pedir este patrocínio e tivemos como resposta: "o Goiás Esporte Clube há 3 anos consta em nossa lista de intenções e, até o momento só dela não faz parte porque não é detentora das certidões negativas de débito; traga-as que vocês farão parte dessa lista"!!

No início de nossa gestão, há cerca de 14 meses, arregaçamos as mangas de nossas camisas e começamos a trabalhar neste sentido, cortando da própria carne. Obviamente que não por determinação da Caixa...mas por filosofia de trabalho, tendo, contudo, como premiação aos nossos esforços, o dito patrocínio. Tivemos redução brutal das quotas de TV por antecipações praticadas anteriormente, ficamos sem patrocinador máster em nossa camisa desde maio de 2014 e, ainda pior, não tivemos a compreensão de maioria de nossos torcedores que abandonaram os estádios! Ainda neste cenário adverso, instituímos medidas, tais quais, limitação salarial, recolhimento rigoroso de impostos, assim como quitação de dívidas trabalhistas e extrema contenção de gastos, com proibição de contratações de novos funcionários e demissão daqueles considerados supérfluos à instituição. Sob extrema dificuldade cumprimos nossas obrigações salariais em dia, assim como premiações por desempenho. Tivemos a competência de jogadores da base, que subiram ao time principal e, graças a esses heróis gladiadores esmeraldinos, fizemos boa campanha no campeonato nacional, em nenhum momento sob risco de rebaixamento, além da conquista do campeonato goiano de 2015 e a "quase" conquista de bicampeonato em 2014, em condições de exceção, não consolidadas.
Em 2015 muito alarde se fez à medida provisória adotada pelo governo no sentido de moralização fiscal e trabalhista. Batizada como "Proforte", veio ganhando corpo e discussão ao longo dos meses, com diversas polêmicas e modificações. O Goiás Esporte Clube tem ficado alheio a essa situação, porque não precisa se adequar aos termos da medida! Conseguimos, por esforços próprios, cumprirmos além dos quesitos requeridos! 

Este é o grande paradoxo da questão!! Como o governo apregoa o rigor fiscal e trabalhista e marginaliza clubes que rezam sistematicamente desta cartilha?? Vejam a performance do GEC, financeiramente, em 2014. Fomos o time com melhor desempenho em termos de balança econômica, com redução de débito em 22% (cerca de 15 milhões de reais), em que pese toda a dificuldade de receita mencionada!! Ao passo que todos os demais times da série A (com exceção do Flamengo) aumentaram seus déficits financeiros.

Que país é esse, que vive do corporativismo e apadrinhamento de seus comparsas, praticando o clientelismo dos comissionamentos e superfaturamentos??

Que país é esse que não reconhece o mérito e o trabalho honesto!!

Que não premia o bom aluno ou o bom desempenho?? Que prefere virar as costas aos que prometeu ajudar se assim merecesse!!

Torcedor esmeraldino, não precisamos desta humilhação!! Vamos estampar em nossa camisa aquilo que orgulhamos em expor! NOSSO PRÓPRIO NOME!!

Venha e assine-a comigo! Vamos mostrar a todos que somos maiores que nossas adversidades! Que esta injustiça nos faça crescer ainda mais, às nossas próprias custas e méritos!

quarta-feira, 20 de maio de 2015

E agora Felipão?

A carreira de Luis Felipe Scolari está seriamente comprometida.

O estilo de trabalho ultrapassado não dá mais resultado. E o seu maior erro é não admitir, não se reciclar.

"Eu ganho, nós empatamos e eles perdem". Esse é o lema de Felipão.

No Grêmio ele chegou a deixar o campo esse ano durante uma derrota. Nas vitórias se vangloriava de suas estratégias e quando perdia falava da falta de qualidade dos seus jogadores e a falta de investimento dos dirigentes.

O trabalho foi péssimo, horroroso. O Grêmio o demitiu na hora certa. Antes que seja tarde.

E na cabeça dele está tudo certo. Até hoje, inclusive, ele fala que o seu trabalho foi perfeito na Copa.

Também disse, recentemente, que recebe no mínimo uma proposta por mês.

Veremos...

São Paulo quer vender Luis Fabiano.

O São Paulo coloca Luis Fabiano à venda. O preço é de 3 milhões de reais, mas aceita negociação.

Parece piada. Mas o clube está certo de tentar recuperar um pouco do prejuízo que foi essa contratação.

O atacante está com 34 anos, ganha 600 mil reis por mês e é reserva. É conhecido como artilheiro dos gols inúteis. Na hora de decidir não conte com ele.

A não ser que apareça algum time árabe, chinês, americano ou qualquer outro time que não tenha dó de jogar dinheiro fora.

Luis Fabiano pode até pode ser ser útil em outro time. Porém, os valores devem ser revistos.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Caso Boca x Ríver terminará em pizza apimentada?

Torcida com gás de pimenta, Drone, sorte que não teve revólver, metralhadora e granada de mão.

O que aconteceu no jogo entre Boca Juniors X River Plate nesta quinta-feira, é só a consequência de anos e anos de vistas grossas das autoridades, para as barbaridades que acontecem sempre no Libertadores.

Sempre aconteceu de tudo. Foguetórios de madrugada nas portas hotéis que se hospedam os visitantes, vestiários sem água e sem local de aquecimento para os jogadores, àrbitros caseiros que deixam a violência correr solta, atos de racismo e muito mais.

O lugar mais tranquilo para se jogar é disparadamente o Brasil. Apesar de ter partido de brasileiros um dos atos mais graves da história. A morte do garoto com o sinalizador em Oruro ficou na impunidade e no esquecimento.
Conmebol chegou a anunciar a classificação do Ríver.

Absurdo promete ainda promete ser o desfecho do gás de pimenta. Infelizmente acredito mais uma vez na impunidade. A Conmebol chegou a anunciar a exclusão do Ríver, depois voltou a atrás e sustentou a dúvida.

O Boca, mesmo não sendo diretamente culpado, merece punição. A atitude do seu torcedor visava prejudicar o adversário do Boca. Livrar o clube de punição é abrir precedentes para que nos próximos confrontos as torcidas venham a buscar estratégias semelhantes ou piores. Não há limites para bandidos.

Uma evidência da impunidade é que a perícia teria chegado à conclusão que o gás de pimenta foi disparado de dentro do campo e não da torcida.

A perícia desafia a imagem que todos viram.

Será que eles acham que o próprio Ríver, com a classificação na mão, teria provocado o ocorrido?

Qual seria a explicação?


segunda-feira, 11 de maio de 2015

Dirigente fala bobagem e toma resposta de treinador

Domingo, depois do empate com o Vasco o técnico Hélio dos Anjos desabafou:

“Tem gente dentro do clube que fica dando entrevista e enchendo o saco, sem saber o porquê tirei um jogador e outro. Dirigente quando pega microfone é uma tragédia.  Um menino que vem de 15 jogos seguidos, precisa de descanso. As pessoas têm que entender como é feito o futebol. Tenho 30 anos de futebol sei o que estou fazendo. Ele fala o quer e eu também, simples”.

E ele tem razão. Na sexta-feira, na rádio 730, Sérgio Rassi deu mais uma entrevista desastrosa.

Vamos às frases e análises:

"Harlei, estou preocupado com algumas situações no clube. Primeiro lugar, não podemos jogar sem alas." - Ué, presidente? Por que não contrata?

"Segundo lugar, não agüento mais ver o Goiás levando gols de bola parada, em cruzamentos para a nossa área. Principalmente essa bola que vem lançada no meio da área, meio que frontal" - Pois, é. Foi a PRIMEIRA VEZ em 2015 que o Goiás tomou um gol assim. Outros 3 gols de "bola parada", contra o Atlético, Crac e Trindade não foram frontais.

"Aqueles atletas que estão se mostrando desinteressados com o clube, que sejam, de uma maneira quase imediata, afastados do clube, porque são jogadores que estão pensando em outras equipes, em outros contratos e não estão se dedicando mais da mesma forma que se dedicavam ao clube. Tem de colocar alguém que queria, de fato, suar a camisa e dar o seu máximo". - Ele estava falando de quem? Do esquerdinha? Por que não rescinde com ele logo?

Hélio dos Anjos está certo.

Isso já havia acontecido com Wagner Lopes.

Não é bom para o comando do treinador ter um o trabalho questionado publicamente por que não conhece futebol.

Poderia gastar a sua energia idealizando um melhor plano de sócio torcedor e buscando um patrocinador máster para o Goiás.