quarta-feira, 20 de maio de 2015

E agora Felipão?

A carreira de Luis Felipe Scolari está seriamente comprometida.

O estilo de trabalho ultrapassado não dá mais resultado. E o seu maior erro é não admitir, não se reciclar.

"Eu ganho, nós empatamos e eles perdem". Esse é o lema de Felipão.

No Grêmio ele chegou a deixar o campo esse ano durante uma derrota. Nas vitórias se vangloriava de suas estratégias e quando perdia falava da falta de qualidade dos seus jogadores e a falta de investimento dos dirigentes.

O trabalho foi péssimo, horroroso. O Grêmio o demitiu na hora certa. Antes que seja tarde.

E na cabeça dele está tudo certo. Até hoje, inclusive, ele fala que o seu trabalho foi perfeito na Copa.

Também disse, recentemente, que recebe no mínimo uma proposta por mês.

Veremos...

São Paulo quer vender Luis Fabiano.

O São Paulo coloca Luis Fabiano à venda. O preço é de 3 milhões de reais, mas aceita negociação.

Parece piada. Mas o clube está certo de tentar recuperar um pouco do prejuízo que foi essa contratação.

O atacante está com 34 anos, ganha 600 mil reis por mês e é reserva. É conhecido como artilheiro dos gols inúteis. Na hora de decidir não conte com ele.

A não ser que apareça algum time árabe, chinês, americano ou qualquer outro time que não tenha dó de jogar dinheiro fora.

Luis Fabiano pode até pode ser ser útil em outro time. Porém, os valores devem ser revistos.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Caso Boca x Ríver terminará em pizza apimentada?

Torcida com gás de pimenta, Drone, sorte que não teve revólver, metralhadora e granada de mão.

O que aconteceu no jogo entre Boca Juniors X River Plate nesta quinta-feira, é só a consequência de anos e anos de vistas grossas das autoridades, para as barbaridades que acontecem sempre no Libertadores.

Sempre aconteceu de tudo. Foguetórios de madrugada nas portas hotéis que se hospedam os visitantes, vestiários sem água e sem local de aquecimento para os jogadores, àrbitros caseiros que deixam a violência correr solta, atos de racismo e muito mais.

O lugar mais tranquilo para se jogar é disparadamente o Brasil. Apesar de ter partido de brasileiros um dos atos mais graves da história. A morte do garoto com o sinalizador em Oruro ficou na impunidade e no esquecimento.
Conmebol chegou a anunciar a classificação do Ríver.

Absurdo promete ainda promete ser o desfecho do gás de pimenta. Infelizmente acredito mais uma vez na impunidade. A Conmebol chegou a anunciar a exclusão do Ríver, depois voltou a atrás e sustentou a dúvida.

O Boca, mesmo não sendo diretamente culpado, merece punição. A atitude do seu torcedor visava prejudicar o adversário do Boca. Livrar o clube de punição é abrir precedentes para que nos próximos confrontos as torcidas venham a buscar estratégias semelhantes ou piores. Não há limites para bandidos.

Uma evidência da impunidade é que a perícia teria chegado à conclusão que o gás de pimenta foi disparado de dentro do campo e não da torcida.

A perícia desafia a imagem que todos viram.

Será que eles acham que o próprio Ríver, com a classificação na mão, teria provocado o ocorrido?

Qual seria a explicação?


segunda-feira, 11 de maio de 2015

Dirigente fala bobagem e toma resposta de treinador

Domingo, depois do empate com o Vasco o técnico Hélio dos Anjos desabafou:

“Tem gente dentro do clube que fica dando entrevista e enchendo o saco, sem saber o porquê tirei um jogador e outro. Dirigente quando pega microfone é uma tragédia.  Um menino que vem de 15 jogos seguidos, precisa de descanso. As pessoas têm que entender como é feito o futebol. Tenho 30 anos de futebol sei o que estou fazendo. Ele fala o quer e eu também, simples”.

E ele tem razão. Na sexta-feira, na rádio 730, Sérgio Rassi deu mais uma entrevista desastrosa.

Vamos às frases e análises:

"Harlei, estou preocupado com algumas situações no clube. Primeiro lugar, não podemos jogar sem alas." - Ué, presidente? Por que não contrata?

"Segundo lugar, não agüento mais ver o Goiás levando gols de bola parada, em cruzamentos para a nossa área. Principalmente essa bola que vem lançada no meio da área, meio que frontal" - Pois, é. Foi a PRIMEIRA VEZ em 2015 que o Goiás tomou um gol assim. Outros 3 gols de "bola parada", contra o Atlético, Crac e Trindade não foram frontais.

"Aqueles atletas que estão se mostrando desinteressados com o clube, que sejam, de uma maneira quase imediata, afastados do clube, porque são jogadores que estão pensando em outras equipes, em outros contratos e não estão se dedicando mais da mesma forma que se dedicavam ao clube. Tem de colocar alguém que queria, de fato, suar a camisa e dar o seu máximo". - Ele estava falando de quem? Do esquerdinha? Por que não rescinde com ele logo?

Hélio dos Anjos está certo.

Isso já havia acontecido com Wagner Lopes.

Não é bom para o comando do treinador ter um o trabalho questionado publicamente por que não conhece futebol.

Poderia gastar a sua energia idealizando um melhor plano de sócio torcedor e buscando um patrocinador máster para o Goiás.

Quem mandou tampar a placa?

Uma cena patética. Tampar o nome do investidor que construiu o estádio do Palmeiras. No jogo entre Palmeiras e Atlético-MG no último sábado.

Quem viu a placa branca já lembrou de "Allianz". A idiotice de quem fez isso chamou mais a atenção e ganhou mais mídia do que se não tivessem feito nada.

A CBF logo tratou de soltar uma nota dizendo que o fato não irá se repetir. Justificou que a empresa terceirizada encarregada dos procedimentos operacionais teve excesso de "zelo".

Torcedores e funcionários do clube testemunharam que a pessoa que teria pedido para cobrir as placas teria dito que as ordens eram da Globo.

Pela nota a CBF admite a culpa. Mas se houve o excesso de zelo foi por causa da Globo. É ela que está com esses melindres principalmente com a empresa Allianz.

Os locutores são proibidos de falar o nome oficial do estádio.

Nesse ano em um jogo entre Palmeiras e Red Bull no Allianz disseram que Palmeiras enfrentou o RB Brasil na Arena.

A emissora que faz isso agora é a mesma que na Copa da Alemanha não se importava que seus locutores dissessem que estavam no "Allianz Arena" em Munique. Hoje, até nos textos dos sites, se referem ao estádio com a primeira letra minúscula,  apenas como "arena".

Isso seria excesso de zelo mesmo?

Acredito que a Globo tenha é medo.

Medo que surjam novos investidores que gastem mais do que ela.

É o dinheiro da Globo que move hoje o futebol brasileiro. Nada mais aterrorizante para ela do que ver uma seguradora que constrói estádios de Copa do Mundo e uma fábrica de energéticos que tem times de futebol e uma equipe na Fórmula 1, entrando com força no Brasil.

Já imaginaram se cada time do Brasileirão tiver o seu "Allianz Arena" lucrando 2 milhões de reais por jogo?

Não seriam mais os "mortos de fome" na hora da negociação dos direitos de TV.

Seria então a perda do controle da "toda poderosa".

As atitudes de tentar esconder o nome dessas empresas não impedirão que os clubes evoluam e deixem de ser dependentes, mesmo que isso demore muito.

Os programas de sócios torcedores, royalties de produtos licenciados, patrocínios e a bilheteria redescoberta nas novas arenas são os caminhos para que em longo prazo as cotas de TV representem apenas uma parte dos ganhos dos times. Só depende deles.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

A volta de Robert ao Goiás

Robert foi revelado no Goiás. Garoto promissor nas categorias de base, porém queimado no time profissional.

Possivelmente era o cara certo, mas na hora e lugar errado. Robert teve "oportunidade" no time rebaixado de 2010.

Foi mal aproveitado no meio, no ataque e até na lateral direita.

Foi emprestado ao Rio Verde, Jataiense e Aparecidense.

Passou por momentos difíceis. Fez um bom campeonato pela Aparecidense e agora terá a chance que merecia.

A contratação de Robert pelo Goiás não foi definida agora. As atuações nas primeiras rodadas já despertaram o interesse.

As pessoas no Goiás sabem que foi o clube que não soube revelar Robert da maneira adequada. Vale a pena tentar fazer o certo agora.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Vila Nova se reforça para a Série C

Marcelo ex-Anapolina e Comercial/SP
O Vila Nova não está brincando em serviço.

Contratou destaques do Campeonato Goiano da primeira e segunda divisão para reforçar o time no Brasileiro Série C.

O lateral direito Marcelo, da Anapolina, foi disparado o melhor da posição no estadual. Da rubra também vem o atacante Sandrinho. O zagueiro Jacó também pode vir.

Do Anápolis vem o excelente meia Ramires e pode chegar o bom atacante Moisés.

O atacante Vanílson, destaque do Novo Horizonte de Ipameri, foi outra contratação. Esse se saiu bem principalmente quando jogou contra o Vila.

Outros "reforços" foram as dispensas de Osmar e Badé.

A chance de acerto nessas contratações são muito maiores do que trouxesse algum desconhecido.

Jogos da final do Goiano tiveram quase a mesma renda.

Menos de 3 mil pessoas no primeiro jogo. Mais de 30 mil no segundo.

E as rendas? Pois é, por incrível que pareça a diferença esteve longe de ser proporcional.

A diferença foi de cerca de 4500 reais.

O difícil é acreditar na veracidade dessas informações.

Entre acreditar que o Goiás vendeu os ingressos a 1 real e acreditar na mula-sem-cabeça, fico com a segunda opção.

Borderô do primeiro jogo
Borderô do jogo de volta