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sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Tava na cara

A justiça foi feita, o menos culpado foi absolvido.

O atacante Dodô, do Botafogo, foi absolvido da acusação de doping em julgamento realizado pelo Tribunal Pleno, máxima instância do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). No último dia 24, Dodô, que já estava preventivamente afastado do futebol por 30 dias, foi suspenso por 120 dias no primeiro julgamento no STJD.

O jogador foi flagrado no exame antidoping realizado no jogo contra o Vasco, no dia 14 de junho. O Botafogo venceu por 4 a 0. A substância femproporex, que poderia ajudar no controle de peso, foi localizada na urina do atacante.

Os advogados do Botafogo alegavam que o atacante foi vítima e não teve intenção de se dopar. A substância femproporex foi encontrada em cápsulas de cafeína compradas pelo clube em uma farmácia de manipulação. Agora, Dodô está liberado para voltar a defender o Botafogo, time que lidera o Campeonato Brasileiro-2007 com 31 pontos. No domingo, a equipe enfrenta o Paraná, em Curitiba.

Pergunto mais uma vez... e o Botafogo?
Por que nem foi sequer julgado?
Essa história de responsabilidade objetiva foi para livrar a cara o Fogão?
Por que a procuradoria o pré-absolveu, quando havia indícios de sua participação?
Mas disseram que não indiciaram a farmácia porque ela negou que tenha errado na composição do comprimidinho. Outro pré-julgamento.
Será que a pressão do Eurico influenciou?

2 comentários:

  1. Eu que lhe pergunto, André.
    E o Botafogo? Deveria ser julgado pelo quê?

    Foi PROVADO que a cápsula veio CONTAMINADA da farmácia.

    Não entendo esse seu interesse todo na perda de pontos do Botafogo. Ou entendo...

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  2. Amigo Diego.

    O meu interesse na causa citada é zero.
    O que questiono é a não citação do Botafogo no processo.
    Já que de antemão o próprio clube declarou ter tido participação no caso. E o Codígo de Justiça Desportiva prevê punição se o clube for o culpado pelo doping.
    Não defendo que o Botafogo deveria ser punido e sim que deveria ter sido julgado, e lá no tribunal provar ter sido vítima, como acho que foi.

    Abraços.

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