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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Opinião sobre a saída de Kléber Guerra

Kleber cansou do amadorismo
Kléber Guerra é um cara do bem. Profissinal, embora não tão experiente para o cargo, encarou com muita seriedade a função de diretor de futebol no Goiás.

O ex-goleiro esmeraldino, além da identificação com o clube, tinha o conhecimento necessário para ajudar o Goiás a ser vencedor.

Era o único entender de futebol no meio dos Pinheiros.

Não deu certo. Kléber não suportou a administração arcaica, amadora e centralizadora de Hailé Pinheiro. Ele notou a tempo que o colocaram como escudo, estava sendo fritado. Se continuasse, a culpa cairia sobre ele.

Hailé tem uma visão distorcida do que é o futebol moderno.

Não pode culpar as dificuldades financeiras. Nada justifica o Goiás ter um trabalho inferior ao Barueri, Boa, Bragantino, Americana, Paraná e ABC.

Isso é imcompetência.

Kleber Guerra chegou a dizer: "O clube ainda não está acostumado a esse formato de futebol profissional."

Ele fez o que pôde. Não fez mais porque Hailé não deixou.

Não gosto de me gabar pelo que disse no passado. Mas quem me acompanha sabe, que essa administração Pinheiros, desde 2007, nunca me enganou.

Endividaram o clube, torraram o dinheiro da venda Welliton em menos de um ano, aumentaram o déficit mensal e multiplicaram as dívidas do clube.

Desde 2007 não fizeram nada e gastaram muito mais que a gestão Raimundo Queiroz.

O Goiás com Raimundo, ganhou dois campeonatos goianos, disputou as primeiras posições do Brasileiro, três Sul-Americanas e uma Libertadores. Reformou sede, estádio, ginásio, piscina e CT.

Ediminho Pinheiro declarou, no início da gestão Pedro Goulart, que as dívidas da gestão de Raimundo poderiam chegar a 15 milhões, venderam o Weliton por 20, entraram na Timemania e hoje o time deve mais 60. Deu para entender essa matemática?

Não tenho certeza se as coisas mudarão em 2012. Não sei se os Pinheiros deixarão o Goiás. Só os sócios e conselheiros podem decidir o futuro desse time.

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