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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Tá difícil Felipão


Foi frustrante a última apresentação da Seleção Brasileira antes da Copa das Confederações.

Empatar, 2 a 2, jogando mal, com o Chile, o 4º colocado nas eliminatórias, aumenta a constatação que estamos longe das principais seleções do mundo.

Na boa gente... Estamos muito atrasados, não temos grandes destaques nos principais times do mundo. As melhores equipes brasileiras são inferiores ao que estamos vendo na Europa.

Temos alguns bons jogadores misturados em uma seleção sem padrão de jogo.

Não dá pra fazer mágica até a Copa das Confederações. A partir de 15 de junho o Brasil vai enfrentar Japão, México e Itália. A possibilidade de não se classificar existe.

Mas a competição será importante na preparação para o Mundial.

Com o tempo curto o técnico da seleção tem que ser rápido e objetivo. Ele não precisa e não pode fazer mais observações. Mano já fez demais.

Chega dessa frescura de dúvidas inúteis com respostas óbvias. Estabelecer disputa entre Réver e Dedé é perda de tempo, o momento do zagueiro atleticano é amplamente superior. Cogitar Kaká, reserva do Real Madrid, como concorrente de Ronaldinho Gaúcho é covardia.

Felipão poderia ter aproveitado melhor os 5 jogos e 5 treinos que teve. Deveria ter tentado repetir ao máximo os jogadores.

Teve convocação com 4º goleiro do Corinthians, sem lateral direito e com jogador do Náutico.

A seleção precisa de ritmo e entrosamento.

A missão dessa vez é mais complicada do que em 2001. Felipão, na época, herdou uma seleção que tinha decidido a Copa de 1998, que se deu ao luxo de não convocar Romário e ganhou o Mundial no ano seguinte.

Felipão deve definir pelo menos 90% do grupo da Copa e insistir com esse time até o mundial pra ver no que dá.

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