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sábado, 23 de fevereiro de 2013

O movimento "Sou goiano e meu time também"

Faixa do movimento em Catalão

Um grupo de torcedores faz uma campanha interessante. O movimento começou nas redes sociais e tem adeptos em várias cidades do estado de Goiás.

O movimento "Sou goiano e meu time também" estimula torcedores do estado a escolherem a sua preferência entre os times de Goiás.

Quem sabe, essa seja uma semente, para que no futuro tenhamos em Goiás bem mais torcedores dos times dos times goianos do que os de fora.

Esse texto, postado no Facebook, foi escrito por Marcos Rafael Paiva, um dos fundadores do movimento:

A influência do Pai

Pai. Aquele que temos como exemplo, aquele que é nosso guia, nosso caminho, nossa base. Seguimos os princípios de nossos pais na infância, pela sensação de segurança e conforto. O pai, é o guia e tudo que um pai faz, as atitudes que tomam, refletem nos filhos. Uma criança não possui censo crítico, não possui visão de mundo e opiniões formadas. Uma criança não sabe discutir política, religião ou filosofia. A criança segue o partido do pai, a religião do pai e a filosofia do pai. E assim vaga pela puberdade e adolescência até adquirir conteúdo suficiente para formular suas próprias ideias.

No futebol, acontece o mesmo. Vivemos em uma geração que é reflexo de um passado sem oportunidade para o futebol da nossa terra. A maioria de nossos pais são filhos do interior ou zona rural desse Estado. Futebol naquela época só no rádio, com os encantadores e mágicos narradores do futebol carioca ou paulista. Mágicos que faziam cidades e mais cidades do Centro, Norte e Nordeste do país se envolverem e se encantarem com um futebol que não nos pertence. Goianos, Baianos, Cearenses, Mato Grossenses, Paraibanos que se quer se perguntavam sobre a possibilidade de em sua terra natal existir também um time de futebol que a representasse. Fato explicável, viviam a mercê de um sistema de comunicação centrado, que não noticiava nada mais do que seus interesses. 

A TV um dia chegou, mas não o espaço para os pobres isolados fora do eixo. Pelo contrário, o bombardeio era ainda maior. Nos fizeram engolir goela abaixo por muitos e muitos anos, uma cultura da qual não fazemos parte. Domingo a tarde era dia de transmissão de Fla x Flu, enquanto no ainda jovem Serra Dourada surgia um evento mágico, que movia multidões, e arrastava alguns milhares de pessoas para um espetáculo que poderia, esse sim poderia ser palpável, sentido e vislumbrado ao vivo e a cores pela população goiana. Mas nos meios de comunicação, nada se ouvia sobre aquele campeonato que crescia, e sobre os times que ali figuravam. Nossos pais, aqueles que em maioria ainda estavam no interior ou zona rural, mal sabiam da existência de times como Goiás, Vila, Atlético, Goiânia, CRAC, Itumbiara, Anapolina, Anápolis, entre outros. Não ouviam falar, não havia quem falasse para eles que aqui em Goiás, nossa terra natal, amada e querida, existiam times de futebol que disputavam campeonatos defendendo o nome do nosso estado. E assim, ouvindo aqueles mágicos do microfone que defendiam com unhas e dentes os times de sua terra, nossos pais se tornaram marionetes de cariocas e paulistas. 

Nós, os jovens, somos diferentes, temos acesso, temos internet, temos TV a cabo, temos rádios, web rádios, tecnologia de sobra que nos garante informação em tempo real sobre tudo o que quisermos. Sabemos na ponta da língua quais são os times de nosso estado, sabemos as cores, os estádios, os jogadores os técnicos. Sabemos onde fica o CT, sabemos que dia terão jogos dos nossos representantes. Sabemos tudo, mas alguns parecem fechar os olhos para o que sabemos. Os filhos dessa geração tem em suas mãos a oportunidade de mudar o que foi imposto em um passado remoto, mas não fazem. Os filhos dessa geração ao verem a bandeira do seu estado flamulando no futebol através de seus representantes viram as costas. Nossos pais viveram em um tempo difícil, viveram na era que não existia a informação. Nós ao contrário, temos a informação e não a usamos para o nosso próprio proveito. Jovens que têm na mão a chance de mostrar para o Brasil, gritar para os eixos de comunicação: “Agora somos independentes, não precisamos da sua aculturação, não precisamos torcer pelo seu futebol, porque agora eu sei quem são os MEUS representantes.” Mas não fazem. Vivem amarrados em um passado pelo simples costume de família, seguindo os passos dos pais, e torcendo pelo forasteiro, mesmo sabendo quem são os nossos. O jovem que ainda se enquadra nesse perfil, tem nas mãos a oportunidade de mudar o cenário do futebol de seu estado, só depende dele. 

Liberte-se, viva o espírito de amar e cultivar suas raízes, sua cultura. Tenha orgulho de mostrar para o mundo o que você tem em seu estado, afinal hoje você é privilegiado por saber o que te representa. Não jogue fora a liberdade que a tecnologia nos trouxe, nos dando a informação necessária. Viva o seu futebol, vá ao estádio, grite, cante, vibre, pule, leve seu pai ao estádio, sinta na pele a emoção de ser torcedor, sabendo que em campo existe um clube que é seu de verdade, que representa seu povo, sua luta, sua cultura, seu estado! Abrace sua cultura!

Texto dedicado a todos os jovens goianos, que herdaram do pai a preferência por um time do Rio ou SP. 

Marcos Rafael Paiva
(CO-Fundador do Movimento Sou Goiano, Meu Time Também)

Link do Grupo: Sou Goiano e meu time também.

Outras fotos do movimento:






terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Itumbiara contrata volante ex-Palmeiras


O ex-prefeito José Gomes, presidente de honra do Itumbiara, anunciou duas contratações para reforçar o time no Goianão 2013.

Dois jogadores de meio campo foram contratados. O primeiro é Francismar, 28 anos, que já teve uma passagem pelo Atlético-GO, por último ele estava na Penapolense, que disputa o Campeonato Paulista.

O outro contratado é o volante Amaral, de 39 anos, ex-Palmeiras e Seleção Brasileira.

Opinião.

Duas contratações que não vão acrescentar o tanto que se espera pelo investimento feito.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Começaram as dispensas no Vila Nova


Três jogos sem vitória e o planejamento do Vila Nova já foi para o espaço.

Logo na reapresentação da equipe, depois de perder para o Atlético, três jogadores foram dispensados.

O lateral Ivan e o meia Magnum que vinham sendo titulares e o meia Juninho Paraíba qua ainda não tinha estreado.

Como um jogador que ontem servia para ser titular, hoje é dispensado?

Há a possibilidade de mais dispensas. Fala-se até na saída do presidente Marcos Martinez. Nos bastidores eles começam a se acusar.

E por quê esse desespero, sendo que até agora o Vila só perdeu para adversários (Rio Verde, Goiás e Atlético) que são comprovadamente superiores a ele?

O clima no Vila Nova é pesado, jogar lá é difícil, os resultados são cobrados de forma imediata.

Já foram 20 contratações, virão outras mais.

E o novo planejamento continua até a página 2.

Prefeitura de Goianésia promete novo estádio


Comentei nas redes sociais algumas reclamações que vieram sobre o jogo Goianésia X Goiás.

Também recebi informações positivas.

Pela repercussão, me enviaram a seguinte nota:

GOVERNO DE GOIANÉSIA
Diretoria de Comunicação

Nota à imprensa

Em relação à atuação da Prefeitura no que diz respeito ao Estádio Valdeir José de Oliveira e Goianésia Esporte Clube, comunicamos que:

1. Essa administração tomou posse no dia 01 de janeiro deste ano e, desde então, trabalhou incansavelmente para que o Estádio Valdeir José de Oliveira pudesse receber os jogos do Goianésia Esporte Clube. O recurso destinado pelo Governo de Goianésia em 2013 à equipe é o maior já realizado na história do município.

2. Nas primeiras duas semanas de janeiro, realizamos uma força-tarefa para terminar as obras no Estádio e providenciar todas as adequações exigidas pela Federação Goiana de Futebol. Entre as exigências estavam melhoria nos vestiários, entrada separada para os dois times, separação da entrada das duas torcidas, construção de mais cabines de imprensa e melhorias nos vestiários. No dia 14 de janeiro, o presidente da FGF, André Pitta, acompanhado do presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de Goiás, Marçal Filho, e do presidente da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de Goiás, Romes Xavier, vistoriou o Estádio e liberou a realização dos jogos, haja vista que todas as exigências foram atendidas.

3. Além disso, em todos os jogos são priorizados investimentos em segurança. O Governo de Goianésia firmou uma parceria com a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Samu para que torcedores, jogadores e profissionais da imprensa estejam em um ambiente seguro. E isso está dando resultados. No jogo de ontem, por exemplo, não foi registrada nenhuma confusão entre torcedores. A nossa intenção também é facilitar o trabalho da imprensa e dar todo apoio aos profissionais. Foi criado um estacionamento e uma entrada exclusiva para a imprensa. Ontem, foram distribuídos kits com informações sobre a Cidade e o time.

4. Por se tratar de um Estádio construído na década de 1970 e que, desde então, não passou por grandes reformas estruturais, entendemos a necessidade de um novo espaço. Um dos compromissos do prefeito Jalles Fontoura é a construção de um novo estádio para Goianésia, moderno e que possa comportar os torcedores apaixonados pelo Azulão e dar mais conforto para todos os profissionais envolvidos. Assim, o Estádio Valdeir José de Oliveira será um local para treinos e campeonatos amadores.

Estamos à disposição para mais informações.

Antonio Otoni
Secretário Municipal de Juventude, Esporte e Lazer

Daniela Rodrigues
Diretora de Comunicação do Governo de Goianésia

Agradeço a resposta e torço para que o prefeito consiga atingir o seu objetivo.

A cidade de Goianésia merece uma praça esportiva mais moderna.


Lance polêmico de Goianésia x Goiás

Foi falta ou não? Dentro ou fora da área? Harlei merecia cartão? Ou Wendell Lira é quem merecia o cartão?

Na minha opinião o árbitro acertou ao considerar a jogada normal