sexta-feira, 14 de junho de 2013

Grupo de Rizzo assume para salvar o Vila Nova

O Vila Nova muda os seus rumos. O grupo de Paulo Diniz renunciou e o de Leonardo Rizzo assumiu.

O que vinha sendo feito nos últimos anos, piorava o clube a cada dia.

Espera-se que esse novo grupo assuma o clube faça uma administração dinâmica, moderna e coerente nas ações do futebol.

Que venham boas notícias. O clima no clube é de otimismo e esperança com a nova formação da diretoria.

A tendência é de melhora, igual ou pior do que estava não vai ficar.

O Vila Nova, com sua grande torcida, tem um potencial muito grande para arrecadar recursos e dar tranquilidade à jogadores e funcionários. Basta ter disposição, criatividade, organização e credibilidade.

Formação da nova diretoria:

Presidente: Joaz Abrantes
1º vice: Maurílho Teixeira.
Vice de futebol: Hugo Jorge Bravo.
Vice financeiro: Anderson Ferraz

Secretário: José Eduardo
Secretário suplente: Carlos Alberto Barros

Conselho de Orientação Fiscal
Membros efetivos: Deoclecy de Freitas, Fábio Brasil e Jaime Monteiro.
Suplente: Edson Pio.

Conselho Deliberativo:
Presidente: Paulino Vilela
Vice: Leonardo Rizzo

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Adson derruba mais um técnico no Atlético

Definitivamente o Atlético não tem muita paciência com técnicos. Recentemente então as trocas estão sendo mais intensas.

Em 2011 o time teve três técnicos e ainda Jairo como interino.

No ano passado foram cinco trocas de técnico.

2013 começou com Jairo Araújo que depois foi substituído por Waldemar Lemos.

Vem aí o terceiro técnico do ano. Antes do final do ano vai ter mais uma troca.

A média de permanência de treinador no Atlético está em torno de três meses.

O interessante é que quase todos os técnicos caem da mesma forma e com o mesmo discurso.

“O Waldemar Lemos é muito respeitado aqui, mas optamos por mudar a filosofia, o time está sem encaixe, estamos buscando melhorar sempre” foi o que disse o Adson Batista. As mesmas justificativas podem se aplicar às outras trocas. O mesmo discurso batido.

Outra coisa que espanta é que as trocas de técnicos são planejadas com antecedência. Alguém solta o boato que o técnico está caindo e a notícia vira realidade. Já aconteceu o mesmo com Renê Simões, PC Gusmão, Artur Neto e outros.

Troca constante de treinadores é normal em times pouco estruturados e de verão. Não poderia ser assim no Atlético.

O clube tem estrutura e jogadores com contratos longos. Esse entra e sai de treinadores não se justifica.

Isso é uma falha da direção do futebol. A administração Adson Batista, competente em vários aspectos, é falha nesse ponto.

Adson superprotege os jogadores e cobra muito mais dos técnicos que passam pelo Dragão.

Mimando os atletas, o diretor de futebol tira dos jogadores a responsabilidade dos resultados ruins. Aliado à isso ele também se "tira o dele da reta".

Quando o resultado não vem, ele culpa o técnico, a arbitragem, a Federação, a CBF.

Adson deveria ser questionado e cobrado pelos dirigentes. Mas os comandantes do Atlético parece que são reféns dele. Tudo sempre está certo, entra e sai, contrata e dispensa, salários e multas para quatro treinadores por ano.

E fica tudo por isso mesmo.

Diretor remunerado e jogadores acima do bem e do mal que já se uniram até para detonar o presidente.

E a diretoria virando do avesso para bancar isso tudo.

Isso não parece ser certo.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

A retomada das obras no Centro de Excelência

Em 2006, demoliram o Estádio Olímpico sem nenhum respeito à história do palco que nasceu o futebol goiano.

Diziam, que a obra de um complexo esportivo seria na mesma velocidade da demolição.

O dinheiro vinha do Governo Federal, caberia ao estado comandar a obra. Entre superfaturamentos e projetos inexistentes a justiça embargou a obra e bloqueou o restante do dinheiro.

O projeto foi lançado pelo atual governador, que culpa o seu sucessor Alcides Rodrigues (na época aliado e hoje rival) pelo fracasso e a paralização das obras.

Marconi pode até não ser o culpado pelo atraso. Mas é o responsável. Tinha a obrigação de resolver o embróglio.

Nesta segunda-feira, o governador visitou o que ficou conhecido como "Buraco Olímpico" e anunciou que em uma ano pretende inaugurar o tão sonhedo Centro de Exelência do Esporte. A previsão total de investimentos é de aproximadamente R$ 60 milhões, divididos na construção do laboratório, do parque aquático e do Estádio Olímpico.

A primeira etapa, cuja licitação já foi publicada, é a conclusão do laboratório com as quadras de vôlei e basquete. Os recursos – no valor de R$ 7,9 milhões – já estão assegurados. Até dia 15 de julho, o governo abrirá licitação para a construção do Estádio Olímpico, orçado em R$ 43 milhões.

O que aconteceu com o Estádio Olímpico nesses anos é inexplicável. Foi de uma inoperância política que justifica o estado ter perdido a sede da Copa para Mato Grosso.

Agora parece que vai. Tomara que dê certo. Não comemoro ainda. Há muito a ser feito.

O que foi gasto em vão deve ser apurado pelas autoridades e os responsáveis punidos.

O governador anunciou ainda que vai reformar o Autódromo.

Passou da hora.

Marconi disse que a quantia investida para ter a Seleção Brasileira em Goiânia, foi ínfima em relação ao que outros estados estão gastando com a Copa e que fará o possível para, quem sabe, sediar treinos da Seleção em Goiânia para os jogos da Copa.

A Seleção Brasileira deve optar pela Granja Comary.

Goiânia deve receber outra grande Seleção. O que é o mínimo pela tradição esportiva do estado.