sexta-feira, 5 de julho de 2013

A dura vida de prata da casa no Vila Nova

Ser prata da casa não é fácil, principalmente no Vila Nova.

Não é à toa que o time ganha títulos nas categorias de base e depois dificilmente consegue revelar jogadores.

O atacante Marco Aurélio, que é de fora, está machucado, para o seu lugar a opção é Gustavo (que agora é chamado de Gustavinho).

Pois é, mas o técnico Márcio Bittencourt cogita escalar o meia Thiago Marím, que é de fora, improvisado no ataque. O Vila enfrentará o Mogi Mirim neste sábado no interior paulista.

A tendência maior é mesmo para que Gustavo seja titular.

Mas ao invés de depositar confiança no jogador, o treinador fez questão de colocar que ele não está à altura para ser titular do time. Disse claramente que Marco Aurélio não tem substituto, que Gustavinho é um garoto que ainda vai crescer.

Tudo bem que Marco Aurélio é bom jogador, mas esse tipo de declaração inibe quem está entrando e soa como desculpa antecipada por algum insucesso.

Gustavo foi um dos pratas da casa que ajudou a salvar o Vila Nova do rebaixamento no Goianão deste ano, marcou inclusive um dos gols naquela "decisão" contra o Rio Verde.

Fica provado que jogador revelado no Vila só serve para as horas de apuro, onde os boleiros não estão mais lá para salvar o time.

Que Gustavo faça o técnico "morder a língua".

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Agora pode: 12 no banco de reservas.

O Serra Dourada já está adaptado
No dia 28 de junho do ano passado, a CBF recebeu um comunicado da Fifa com as novas emendas para as regras do futebol mundial e, entre elas, constava o aumento do número de jogadores suplentes de sete para 12. Na ocasião, a entidade publicou o documento completo em seu site oficial e avisou que a medida começaria a valer a partir de 1 de janeiro de 2013.

Com o aumento de atletas reservas, outra recomendação lógica veio acoplada, que avisava sobre a disponibilização de mais bancos nas áreas destinadas aos suplentes. Apesar da alteração na regra, o mesmo documento reforçava que o número máximo de substituições continuava sendo de apenas três.

Ocorre que a medida não foi aplicada nos estaduais e só agora, na última quarta-feira, a CBF, por meio de seu diretor de competições, Virgílio Elísio, assinou documento chancelando a mudança em seus campeonatos.

A determinação da Fifa é está valendo.

Dessa forma o time que quiser escalar 12 jogadores no banco de reservas está liberado.

Mesmo podendo fazer três substituições os técnicos terão mais opções.

Será mais gente no banco do que no campo.