sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Até quando? 2015 começa com brigas de organizadas.

Aconteceu o esperado.

Corinthians x São Paulo, pela Copa São Paulo de futebol Júnior, já era considerado um jogo de risco. Por isso foi marcado em Limeira.

Em outras palavras, a Federação Paulista quis dizer "Já que o podemos com eles vamos fugir deles".

A "medida de segurança" serviu foi de estímulo para os marginais.

Na ida, as torcidas não deixavam entrar mulheres e crianças nos ônibus das organizadas.

Depois do jogo teve confronto.

Típico desse pessoal, que em grupo, se diverte enfrentando os grupos "rivais". O desrespeito ao torcedor adversário, as brigas, os chingamentos são os lemas dessa gente. O futebol é só um detalhe. Se perderem em campo e ganharem no braço eles ficam satisfeitos.

O que estamos vendo é a inversão dos valores. Se o confronto acontece ainda culpam a falta de eficiência da polícia.

E o pior é que isso não mudará tão cedo.

Torcer por um time de futebol é uma ação individual. A existência de grupos organizados de torcedores é desnecessária e vem se mostrando prejudicial.

As organizadas nasceram com boas intenções, mas no geral  perderam a sua essência ao longo do tempo.

Se jamais tivessem existido, quantas vidas teriam sido poupadas e quantas famílias teriam continuado frequentando estádios?

Técnico do Shakhtar detona Bernard: "Só veio tomar dinheiro"


"Bernard tem que demonstrar em campo que é homem. Bernard só chora. Só veio tomar dinheiro. Sofro, mas creio que todos querem sofrer para ganhar 300 mil euros por mês", foi o que afirmou o técnico do Shakhtar Donetsk, Mircea Lucescu, em entrevista ao jornal Zero Hora.

Na gíria do futebol ele quis dizer que Bernard está "roubando" do Shakhtar.

E pensar que ele fez parte da Seleção Brasileira e foi a grande surpresa na escalação do Felipão contra a Alemanha. Surpresa mesmo, pois ninguém imaginava que ele fosse o substituto do Neymar. Deu no que deu.

Bernard se destacou no Atlético/MG, mascarou, acha que virou craque e parou no tempo.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Palmeiras dá mais um chapéu no São Paulo


Programa decente de sócios-torcedores que cresce de forma absurda.

Um estádio de primeiro mundo.

Contratações promissoras.

Dívidas saneadas.

E agora um patrocinador que vai pagar 23 milhões de reais por ano.

A Crefisa que também negociava com o São Paulo, diz que escolheu Palmeiras por projeto melhor.

Estão vendo como dá para fazer futebol sem a necessidade de "Gambiarras" indecentes do congresso...

O dia em que fui para o estádio em um caminhão leiteiro

Vou usar esse espaço também para contar algumas histórias que participei ou presenciei nessa vida.

Foi em 1994, na época eu era repórter da Rádio São Francisco de Anápolis-GO, equipe do consagrado narrador Miguel Squeff.

Saímos cedo, em um corcel II azul, como o da foto, no volante Carlos Nogueira, que hoje é dono do Canal 5 de Anápolis, o narrador Iron França e amigo Eusébio Ribeiro que nos acompanhou na intenção de assistir o jogo Santa Helena x Anapolina.


Eis que, nas proximidades da cidade de Indiara, 150 quilômetros percorridos, o carro teve uma quebra da barra de direção.

O defeito não poderia ser resolvido em pouco tempo.

Faltavam 120 quilômetros e tínhamos uma transmissão a fazer.

Decidimos que Carlos e Eusébio ficariam ciudando do veículo.

Eu e Iron teríamos que conseguir uma carona para chegar em Santa Helena.

Posicionei o equipamento na beira da estrada e de longe avistei um caminhão. Foi o primeiro veículo que pedi carona e logo ele já foi parando. Vi que a cabine estava cheia, lá estava o motorista e a família.

Era um caminhão com latas de leite. O condutor me disse que estava indo para Quirinópolis, era no caminho dele.


Subimos na carroceria e o gentil caminhoneiro nos deixou na porta do estádio. O nosso desembarque foi presenciado por torcedores locais de quem ouvimos de tudo.

No final das contas chegamos a tempo, fizemos a transmissão, cumprimos o nosso dever. O Santa Helena ganhou por 2 a 1.

O carro só foi consertado dois dias depois.

Na volta pegamos uma carona com torcedores na carroceria de uma caminhonete.

Tiramos de letra.